[PC] O Coração de Fogo: Alya Dagny

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[PC] O Coração de Fogo: Alya Dagny

Mensagem por 25Slash7 em Sab Ago 28 2010, 11:27

Nome:
Alya Dagny
Título/Apelido:
Coração de fogo/Ghada
Rank/Função Militar:
Indefinido
Motivação:
Os ensinamentos de seu pai : Honra,coragem e força
Intimacies:
Honra ( Nome que carrega)
Coragem ( Não temer o que a vida trouxer)
Força ( Diante de seus inimigos)
Familia (Lembranças)
Origem (Deserto)
Silêncio ( Onde encontra sua essência)

Anima:
O calor pode ser sentido em torno de seu corpo a medida que se aproximam de Ghada, porém as chamas se tornam nítidas em torno de seus punhos,tornocelos e ombros, deixando os cabelos com um tom mais intenso de vermelho como se realmente queimassem em chamas vivas.



Equipamentos Possuídos:
-Poucas peças de roupas.
-Armas: Adagas simples, adaga de soco, uma kukri, arco.
-Bolsa de couro pequena com um livro feito com amarras grossas e material para escrita.

Equipamentos carregados:
-Cinturão com adagas
-Arco leve (Chamas do tempo)
-Adaga com cabo negro
-Bolsa de couro pequena

Peculiaridades:
Ghada nunca fora vista com seus longos cabelos soltos, estão sempre presos a uma ou duas tranças grossas e carrega, sempre, uma adaga com cabo negro presa a uma fivela na sua coxa esquerda.

Familiares/Contatos:
Mãe
Mestre/Tutor:
-
Inimigos/Rivais:
Assassino de seu pai.

Vestuário:
Nunca usou vestido e quase sempre é encontrada com mesmo estilo de roupa, variando cor, tecido, estando sempre limpa e sem vestes rasgadas, não demonstra ser desleixada preferindo trajes que lhe concedam mais mobilidade, como calças justas ao corpo e botas leves, mas quando pode anda descalça e aprecia usar um tipo de colete, porém mais curto deixando a barriga à mostra, assim como um decote mais ousado.
Seus ornamentos são pulseiras, gargantilhas, anéis, prateados, também não dispensa as braçadeiras de couro onde também pode acomodar uma adaga caso necessite, estas cobrem a extensão do pulso ao cotovelo.

Profissão:

Gosta de:
Armas, desenhar oculta num canto qualquer.

Não Gosta de:
Que invadam seu território, mexam em seus pertences, pessoas que falam demais.

Personalidade:
Quieta, não costuma se envolver em assuntos alheios,não demonstra seus sentimentos, porém não chega a ser uma pessoa fria, rude, apenas calada e extremamente observadora, silenciosa.

Falha de Caráter/Tragédia/Loucura/Fraqueza:
Instável como fogo, pode se mostrar branda ou em fúria repentina dependendo de como meio externo chega a seus sentidos.

Mote:
“Queime...Queime em fúria quando estiver diante de meus inimigos e como um vento morno ao tocar a face de quem amo.”


Descrição dos Equipamentos:
Chamas do tempo:
Arco leve que pertenceu ao mais antigo dos Dagny,que quando usado por um descendente coração de fogo brilha em sua extensão formando simbolos que o percorrem como se fosse lava queimando por estreitos trechos e dispensa o uso de flechas, pois quando solto uma flecha flamejante surge cortando ar em busca de seu alvo.



História/Momentos Históricos:

Diário de Ghada

“Os olhos castigam quando fixos no horizonte nada vêem
Nada além da imensidão branca
Do sol feito fogo queimando a terra, trazendo o vento que não conforta,
Não alivia
Apenas queima a pele escura, castigada e as gemas claras ainda procuram,
Vasculham o mar em fúria diante do corpo calejado, cansado, quase entregue a exaustão
Mas nada encontram... Um nada onde se tem tudo.
Porque em seu coração a flama arde,
Em sua alma o deserto brada
Clama por seu nome... Asad.”


Ainda tenho comigo alguns escritos antigos, do tempo em que meu pai Asad escrevia sob o céu do grande deserto, este que conheço apenas por suas histórias, canções, rabiscos, fosse também à arte da luta, na dança, foi assim que aprendi o que sei sobre meu povo mesmo tendo crescido tão distante nesta terra chamada de Saqueadores.
Tem dias que não quero relembrar do que passou, no alto de algum telhado observo, desenho e assim eu aprecio, mas os pensamentos são traiçoeiros, cruéis quando desejam e me chegam nos dias cinzas ou quando simplesmente encontro os olhos tristes de minha mãe, nada preciso dizer ou escutar, porque sei.
Quando meu pai morreu, eu estava do seu lado, triste não? Pobrezinha, muitos disseram, ao longo dos anos foi o que sempre escutei, lembro que caminhávamos por uma das ruas de Nexus, como sempre tumultuadas e segurava firme em sua mão, apertava e precisava erguer meus olhos para enxergar seu rosto de pele escura, assim como seus cabelos levemente avermelhados, com um olhar gentil sempre sorrindo, amável, carinhoso e num piscar de meus olhos tudo se tornara vermelho vivo, forte e seu corpo caíra para trás levando o meu consigo e acabei por cair sobre suas pernas, gritando por seu nome, mas nada respondia por que estava morto com uma adaga de cabo negro cravada entre seus olhos, certeira, silenciosa e a partir daquele dia eu sabia o que deveria ser, fazer de minha vida.
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