Pergaminho dos Deuses: Personagens

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Pergaminho dos Deuses: Personagens

Mensagem por 25Slash7 em Qui Jul 09 2009, 20:28

Qualquer dúvida ou necessidade de saber mais para criar sobre um conceito especifico, basta mandar uma mensagem.

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Re: Pergaminho dos Deuses: Personagens

Mensagem por Rosenrot em Sex Jul 10 2009, 02:43

Nome: Nadja Dörfer
Apelido: Schwarzer Witwer (Viúva Negra)
Motivação: Ser senhora do mundo dos mortos
Familiares: Theodor Dörfer ( Pai), Alísia Dörfer (Mãe)
Amigos: --
Inimigos: --
Mestre/Tutor: --
Outros:

Local de nascimento : Ilha das Três Luas.
Aparência ou foto: Schwarzer

Tesouros pessoais: Sua foice apelidada de “Tausend Nächte”(Mil Noites) e seu Bretão chamado “Albtraum” (pesadelo).
Foice
Bretão

Vestuário: Vista na maioria das vezes com seu manto.
Profissão: Mercenária
Gosta de: Ler, Cavalos, gatos, ficar sozinha, guerra e brincar com a vida. Dos outros, claro.
Não gosta de: Heroísmos, ser interrompida, que maltratem seu cavalo ou que toquem na sua foice.

Ponto forte: Determinação, coragem, facilidade em aprender.
Ponto fraco: Frieza, crueldade, obcecada pela necromancia.

Personalidade: Sua frieza e descaso a tornou exageradamente calma, vê tudo, das mais terríveis atrocidades aos mais altos atos de bondade com os mesmo olhos. Focada geralmente na leitura e em conseguir tornar-se a melhor necromancer para dominar o mundo dos mortos. Costuma ficar inquieta quando interrompida muitas vezes, não falta com educação aos que se aproximam mas evita ao máximo revelar mais de si do que realmente necessário. Calculista, sempre em busca do que for mais útil para si.

Mote: “Há mais vida na morte do que você possa realmente imaginar, mas agora me diga... No que podemos ser útil um ao outro?”

Acessórios, armas: Foice.

Histórico: “Essa criança, é a arte da Necromancia.”

E seus olhos se encheram de vida, quando pela primeira vez deslumbrou o bailar da morte nas mãos dos vivos. Apegou-se a magia que aquele velho ancião praticava em sua Ilha.

Assistindo tudo às escondidas, estudando seus movimentos e palavras, ela maravilhou-se com o que ele conseguia, a morte, pensava, então não era o fim.
Em segredo guardou seus desejos ocultos, seus pais nunca imaginariam que a mente de sua criança vagava no mundo dos mortos, seu fascínio tornou-se tão desesperador que obrigou-se a passar mais tempo apenas observando o velho ancião, enfiou-se entre livros e tudo que conseguia encontrar.

Cresceu em Três Luas, lugar pacato, onde raramente alguma coisa extraordinária acontecia, para poder passar o tempo, às vezes lia, outras vezes treinava com as espadas de seu pai sem que ele soubesse, sentava-se sempre a beira do mar para olhar o crepúsculo, sonhando com outras terras, outros lugares, com aventuras... Com... Necromancia, ouvia sobre as Shadowlands, onde os mortos eram livres para andar, queria um dia poder ver tal lugar.

Então seu coração não agüentou mais, simplesmente precisava daquele poder, precisava saber como alcança-lo. Foi até o velho homem, porém quando chegou até onde sempre o encontrava, nada mais achou. Apenas resto de sua existência. Alguns de seus livros, o grande cavalo negro que sempre o acompanhava e a estranha foice presa à cela do animal.

Aproximou-se, um bilhete descobriu.

“Por todo esse tempo esperei que chegasse a mim, coragem talvez lhe faltou, não a culpo criança. Chegou a hora de partir a novas terras, deixo a ti três presentes: Albtraum, te ajudara em tua jornada, quando não souberes para onde ir, deixe que ele guie teus passos. Tausend Nächte, te ajudara em tuas batalhas, confie nela que ela confiara em você. E teu eterno desejo do saber. Se fores mesmo tão empenhada quanto imagino que seja, não será problema para ir achar-me. Venha criança, para a magia da Necromancia.”

Nadja partiu na mesma noite. Levando apenas o que o velho ancião lhe havia deixado, deixou tudo para trás pela sede do saber sobre os mortos.

Não tinha idéia de realmente ia um dia encontra-lo, mas encontraria, isso com certeza outros como ele, e encontraria fora de Três Luas conhecimento! O conhecimento que lhe faltava, e desejou com toda a fúria do coração tornar-se tão poderosa que a ponto de ser a criatura mais suprema no mundo dos mortos.

Queria ser uma necromancer.
Ia ser uma necromancer, e nada iria impedir isso.

Foi então que sua jornada pela morte começou.
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Re: Pergaminho dos Deuses: Personagens

Mensagem por Valkyrja em Sex Jul 10 2009, 18:10

Nome: Arumi Kaede Nahanara Natsu
Apelido: Nenhum
Motivação: Servir a seu senhor da melhor maneira possível, honrando sua Obaba.
Familiares: “Obaba” Haruko Nahanara
Amigos: Sua Obaba, Akodo (serviu a seu clã) e outras geishas que foram treinadas junto com ela, mesmo não tendo contato.
Inimigos: Os de seu senhor.
Mestre/Tutor: Obaba
Outros: -

Local de nascimento :
Mizuhara na Dachi
Idade: 23 anos
Altura: 1,75
Peso: 56 kg
Cabelos: negros e lisos
Olhos: vermelhos
Pele: branca
Detalhes: Uma cicatriz de queimadura fina e um pouco longa, desde abaixo de seu maxilar, perto da orelha esquerda e indo até sua clavícula.
Aparencia ou foto: http://img329.imageshack.us/img329/7007/geishabygrupoacuarelavr4.jpg

Tesouros pessoais: seu kit de ikebana e chá, instrumentos e leques, maquiagem.

Vestuário: Sempre com belos kimonos, geralmente brancos com detalhes em cor, como flores de cerejeira. Os kimonos são sempre bem trabalhados e de seda. Maquiagem sempre impecável, com lábios já naturalmente vermelhos, sem necessidade de batom. Seus obis são extremamente trabalhados, geralmente de cores escuras, com detalhes diversos, como pavões, carpas, flores, dragões e fênix. Seu cabelo é decorado com kansashis elegantes, prateados e com algumas pedras que escorrem até a altura de seu nariz, de diversas cores, mas gosta de vermelho.

Profissão:
Geisha
Gosta de: Música, incensos, arranjos florais, leitura, caminhada ao ar livre, silêncio, chá, escrita japonesa, pintar, tocar seus instrumentos.
Não gosta de: falta de educação, ser confundida com algum tipo de meretriz ou criada, bagunça, ordens (gosta apenas de pedidos), a total submissão em que vive, indisciplina e qualquer forma de desrespeito, a qualquer coisa.

Ponto forte: disciplina, beleza, boas maneiras, lealdade, inteligência
Ponto fraco: frágil, submissa, preocupa-se demais com aparências, presa por antigos costumes, algumas vezes é melancólica, mas tenta não demonstrar. Nestes momentos, costuma se isolar.

Personalidade: Arumi tem um temperamento agradável, sempre com seu semblante calmo, porém com o olhar algumas vezes distante e triste. Quando fala, o faz baixo e de maneira respeitosa e cortes. Se estiver conversando com um homem, fala com a cabeça um pouco inclinada para baixo, em sinal de respeito, se não, olha nos olhos. Raramente fala suas opiniões e gostos na presença de superiores, se permitindo apenas diante de “pessoas do mesmo nível social”.

Mote: “Meu trabalho é arte, eu sou a arte em movimento, uma pintura viva.”

Acessórios, armas: Apenas uma wakisashi branca, com o emblema de seu senhor.

Historico: A mulher toca seu sangen se maneira magistral. O instrumento era negros, completamente, com seu bachi branco com detalhes vermelhos. Ela tinhaum olhar baixo, como se estivesse lembrando de algo distante. Entoava sua voz em tons variando do alto e baixo, fino e grosso. Ela começou a cantar uma história:

“ Na noite em que o céu foi pintado de vermelho,
Por nuvens tão leves que eram carregadas como folhas pelos ventos
Pequenos olhos avistavam a montanha de fogo se erguendo diante e alta.”

Ela parou e tocou levemente, até tomar ar para continuar:

“ Os olhos famintos pediam por uma ajuda dos céus
Mas ela nunca veio.
A menina dos olhos famintos buscava um lar,
Buscava um abrigo onde pudesse repousar.
Mas ele nunca veio.”

“Porém, com o verão veio a esperança, e ela estendeu sua mão de rugas,
Já que nunca nos abandona e vive há tantos anos.
Havia um lar, um chá morno e azedo. A senhora lhe vestiu, a senhora lhe alimentou e a senhora a fez florescer
Uma bela flor, a última que nasceu, porém a mais bela, lhe ensinando seus meios de vida,
Lhe passando sua sabedoria nas artes, para que ela pudesse adquirir honra.”

“Agora o olhar da pequena fora saciado. Fora saciado pois
Tinha um local para viver, uma pessoa para guiar.
Agora os olhos buscam apenas cumprir seu destino,
Até quando finalmente se fecharem.”

A mulher terminou de tocar com um último passar do bachi pelas cordas suaves de seu Sagen, ouvindo os aplausos de cabeça baixa.
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Re: Pergaminho dos Deuses: Personagens

Mensagem por Shen666 em Sex Jul 10 2009, 18:43

Nome: Ishida Date
Apelido: Gunslinger 11
Motivação: Aprimorar suas técnicas de construção bélica e criar a arma mais forte já vista.
Familiares: Nenhum.
Amigos: Hori Magoichi.
Inimigos: -
Mestre/Tutor: Shingen Uesugi
Outros: -

Local de nascimento : Wuchang Mountain
Aparencia ou foto: https://2img.net/h/i104.photobucket.com/albums/m184/shen666/IshidaDate.jpg

Tesouros pessoais: Livro sobre construção de equipamentos e armamentos em geral e anotações pessoais.

Vestuário: Kimono oriental, capa de frio, cachecol, óculos, cintos com bugigangas, brincos e alguns anéis.
Profissão: Atirador profissional e construtor.
Gosta de: Construir, guerras e Warstriders.
Não gosta de: Contato físico, heroísmos.

Ponto forte: Mesmo com uma visão ruim, é um bom atirador quando de óculos e tem facilidade com trabalhos manuais e tecnologia.
Ponto fraco: Tendências suicidas, preguiçoso.

Personalidade: Crises de bipolaridade, preguiça em questão de trabalho, suas manias suicidas vem de sua frustração quando não consegue criar o que desejava, em sua maior parte feliz e calmo.

Mote: Não existe nada que eu não consiga construir.

Acessórios, armas:. Óculos, pistola, rifle,livro, caneta, bugigangas ligadas a tecnologia e ferramentas leves.

Historico: Treinado para ser um atirador profissional, Ishida sabia que essa não era sua razão de viver. Atirar era fácil, ele queria era entender como alguém construiu aqueles equipamentos que usava, ou entender o porquê que quando ele puxava o gatilho tudo se encaixava perfeitamente fazendo a bala ser disparada com tamanha facilidade. Desde então, roubou livros avançados sobre a tecnologia e criação de armamentos. Quanto mais lia mais se interessava.

Logo foi entendendo que as variações dos equipamentos não era tão grande, que ao estudar alguns já imaginava como os outros seriam, e então seu amigo Magoichi o apresentou para Shingen que trabalhava na construção de armas.

Ishida, ao ver que o trabalho era cansativo, vivia fugindo de seu mestre. Ele era seu ajudante mas, mais era repreendido pelos seus atos de vagabundo do que por sua facilidade em montar equipamentos.

Nunca conheceu seus pais, criado como atirador para ajudar nas crises que ocorriam em seu país, nunca foi muito interessado na verdade sobre seu passado, mas lembra que desde quando era uma criança não se separava de seu amigo Hori. Ele tem uma grande dívida com Magoichi, uma dívida maior do que pode pagar. Uma dívida que valei mais que uma vida.

Após juntar dinheiro suficiente para partir do lugar que vivia, juntou suas coisas e desapareceu. Não entendia direito dessa sua vontade de viajar, mas o que ele realmente queria era encontrar e conhecer equipamentos mais avançados para sua criação, para o seu sonho, o warstrider mais forte já visto. Ele já leu sobre umas máquinas fortes mas nenhuma delas o interessou. Não que não sejam fortes, ele acredita no poder das máquinas, mais do que no poder dos homens, mas ele queria sua própria. Queria ser seu pai, seu mestre e assim revolucionar a indústria bélica. Era mais que um simples sonho, havia se tornado seu motivo de viver.

Agora atrás dos recursos necessários, acredita que vai conseguir construir sua tão sonhada arma, ainda mais depois de ouvir os boatos sobre misturar magia com mecanismos. E com o equipamento certo, misturar os dois parecia ser mais fácil do que imaginava.

Não entendia muito bem das suas mudanças. Não entendia também daqueles turvos caminhos. Mas cada passo que dava aumentava sua determinação e seu conhecimento. Havia conhecido tecnologias que não sonhava. Havia conhecido seu próprio lado obscuro e uma parte do seu passado. Mas tudo aquilo fora apenas o começo do que estaria por vir.
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Re: Pergaminho dos Deuses: Personagens

Mensagem por Beholder em Sab Jul 11 2009, 15:58

Nome: Akodo Takahashi

Apelido: (Não tem)

Motivação: “Encontrar o descendente do seu Senhor e servi-lo, se falhar nessa missão tirar sua própria vida.”

Familiares: Ikoma Takahashi (pai), Toshico Takahashi (mãe), Katsue Takahashi (irmã)

Amigos: Hideo

Inimigos: Somente aqueles que forem inimigos de seu senhor ou sua família.

Mestre/Tutor: Seu pai, Ikoma Takahashi e os anciões de seu vilarejo.

Outros: O caso secreto com sua irmã, uma bruxa um tanto má vista entre seu povoado.

Local de nascimento: Midaki sano Mura

Idade: 22 anos

Altura: 1.80m

Peso: 80kg

Cabelos: Negros e lisos

Olhos: Castanhos escuros.

Pele: Amarela

Detalhes: Possui uma imensa tatuagem cobrindo quase todo o corpo, é um desenho intricado misturando diversas coisas, mas principalmente dragões.

Aparencia ou foto:

Tesouros pessoais: Sua armadura e seu daisho.

Vestuário: Veste-se ao estilo oriental. Para grandes batalhas usa sua armadura de família.

Profissão: Soldado profissional.

Gosta de: Desenhar mapas, praticar artes-marciais principalmente arquerismo apesar de não ser nada bom nisso.

Não gosta de: Covardia e comida picante.

Ponto forte: Excelente lutador, estrategista e possui inúmeras vitórias em duelos iajutsu.

Ponto fraco: Talvez seu jeito inflexível não facilite seu relacionamento com outras pessoas, é sempre muito introspectivo, péssimo nadador também.

Personalidade: Sério, diciplinado algumas pessoas diriam que ele têm a personalidade de um tirano.

Mote: “Ao seu dispor”

Acessórios, armas: Seu daisho familiar que dizem ter sido forjado nas chamas dos próprios dragões, sua armadura vermelha escarlate com uma mascara branca de osso polido. Além disso carrega um daikyu.

Histórico

A história de sua família se confunde com a história de Midaki sano Mura, uma pequena província numa região montanhosa próximo a Heinan.
Seu idealizador um antigo senhor feudal da região onde hoje é Heinan, Togashi Hoshi, disse ter tido uma visão dos deuses, ele devia pegar sua família e quem mais quisesse ir com eles e fundar seu próprio vilarejo, e assim aconteceu.

Eles perambularam durante um tempo, não se sabe quanto, mas giraram em círculos, iam e voltavam, muitos desistiram, mas não a família Takahashi, sempre ao lado de seu senhor e amigo, até que encontraram aquele pequeno vale, bem protegido do clima duro da região la fundaram a vila.

Os novos e empolgados habitantes do vale não contavam que nas montanhas ali, embaixo delas criaturas já habitavam, criaturas vis vindas das sombras. Logo elas estavam atacando durante a noite para devorar a carne nova e saborosa de seus novos vizinhos.

Foi quando a família de Akodo se firmou como guerreiros genuínos, os poucos homens que ali estavam se organizaram e lutaram contra as bestas expulsando-as paras as cavernas, e construindo na entrada da mesma uma espécie de mini fortaleza vigiando para que não voltem jamais.

Então prosperaram e cresceram durante esses longos séculos hoje não é mais um vilarejo tão pequeno, contando com mais de cinco mil habitantes.

Akodo vem dessa família tradicional que serve seu senhor geração pós geração. Seu pai já é velho e teve uma perna arrancada pelas criaturas durante uma incursão ao interior da montanha. Agora ele é o guerreiro da família e espera honrar com sua vida este posto.

Sua irmã é a pessoa que mais preucupa a família, ela nasceu sob um mau augúrio, e tem poderes estranhos, a única pessoa com quem ela conversa abertamente é com Akodo, e vice-versa, os dois vivem um caso secreto e proibido.

---------------------------------------

Sua fora devastada. Seu senhor fora morto, ele não poderia mais viver.

Messias reuniu um grande exército, e o tolo prepotente Uddar não uniu suas forças com Midaki sano Mura.

Mas o Messias de alguma forma se uniu as criaturas das montanhas. Foi um massacre, não podiamos defender duas frentes daquela forma, perdemos tudo. Tudo que restou fora minha familia, minha honra e meu orgulho. Munido dos dois ultimos fui para um lugar ermo para tirar minha própria vida.

Pouco antes disso acontecer Hideo me encontrou com um recado de minha irmã, ela tivera uma visão. Viu que meu senhor tinha um descendente e dependia de mim encontra-lo. Agora junto pistas do paradeiro do mesmo. Mas até encontra-lo, me vingarei.

MORTE À MESSIAS

_________________
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Re: Pergaminho dos Deuses: Personagens

Mensagem por MR, Léo em Dom Jul 12 2009, 21:34

Nome: Hällbjorn Völsung.
Apelido: Gangleri.
Motivação: Merecer o perdão do seu povo e dele mesmo pelos caminhos da Guerra.
Familiares: Apenas seu pai, o Ráðsvin.
Amigos: Nenhum. Todos ficaram para trás, em WhiteWall.
Inimigos: Nenhum, tudo foi deixado para trás.
Mestre / Tutor: Seu pai, o Ráðsvin.
Outros: É desprezado por todos de WhiteWall que sabem de sua história.

Local de nascimento: Glaðsheimr, WhiteWall
Idade: 25 anos.
Altura: 1,96 m
Peso: 123 kg
Cabelos: Longos e castanhos claros.
Olhos: Verdes
Pele: Branca
Detalhes: É cego do olho esquerdo e tem tatuagens no pescoço, torso e braços.
Aparência ou Foto:
https://2img.net/h/i721.photobucket.com/albums/ww215/MRLeoPotter/Exalted/Hallbjorn-Gangleri.jpg
https://2img.net/h/i721.photobucket.com/albums/ww215/MRLeoPotter/Exalted/HallbjornVolsung.jpg

Tesouros Pessoais: A espada de duas mãos herdada de seu pai, Balmung e Andvarinaut o anel presenteado por sua amante, Lydia.

Vestuário: Além de roupas comuns para viajar, sempre usa uma capa azul e um chapéu de abas largas quebradas em cima do olho esquerdo. Quando vai para grandes lutas, utiliza o mesmo tipo de vestimenta cerimonial que usava no dia do ritual que selou seu destino. Senão, uma confortável loriga de couro.
Profissão: Viajante, Mercenário.
Gosta de: Balmung, Andvarinaut, batalhas, navegar e sua terra natal.
Não gosta de: Paz, otimismo, falta de atitude.

Ponto forte: Mesmo sendo um lutador temerário e inconseqüente, possui um talento incomum para a tática de combate corpo-a-corpo. Sabe lutar com a sabedoria e sagacidade de seu povo. Além disso, é determinado e decidido.
Ponto fraco: Desiludido e distante. A desonra que ele cometeu o afeta completamente a ponto de ele não se importar com mais nada e acreditar que tudo pode ser perdido.

Personalidade: Autoritário, introspectivo e desapegado. Não se preocupa muito com os outros, devido a sua própria desgraça, mas ainda assim está disposto a ajudar e a lutar nas batalhas necessárias para reverter seu destino, seja lá qual for. Se sente deslocado por estar em mundo que não lhe pertence, por isso busca uma motivação nesta nova terra. Até encontrá-la, ele vai lutar. Seu espírito só alcança satisfação quando está em um combate.

Mote: “O próprio caos perecerá perante a minha espada!”

Acessórios, armas: Além de Andvarinaut e Balmung, carrega uma espada longa e um machado, ambos de estilo nórdico, que adquiriu no início de suas viagens. Apenas utiliza a espada Balmung em momentos de extrema necessidade.

Histórico:

Um grande homem de porte glorioso caminhava com um bebê nos braços... No pescoço do garoto havia uma marca muito temida por seu povo. O Ráðsvin derrama um lágrima e ergue a lâmina, pronta para perfurar o coração da sua pequena prole...

“Quando as sombras da morte percorrerem as terras
com suas presas tenebrosas e garras traiçoeiras,
e sua fúria estiver preparada para todo o mundo devastar,
Nascerá o portador do estigma, e o caos irá primar.”


Inocentemente, a criança pára de chorar e coloca sua diminuta mão no enorme punho do pai. Ele hesita... ele desiste...
Tatuagens de glória tentam obscurecer uma marca impossível de se encobrir...
Um único homem tenta alterar as possibilidades de uma Era de tradições...

“Exemplar será o seu funesto empenho:
Entregar as divinas almas aos deuses
Condenar os numes ao desdenho”


A criança é exemplar em todos os feitos, melhor do que qualquer outro de seus semelhantes, incluindo seu gêmeo.
Seus dons, descontrolados enquanto infante, podiam vislumbrar aquilo que nem o grande Ráðsvin conseguia enxergar...

“Com seu olho, ele perscrutará a Criação
e com seus punhos, ceifará a si próprio
Acarretando à sua linhagem a temida devastação”


Tradições rígidas, técnicas precisas, treinamentos árduos...
Uma linda mulher: um amor incompleto... outro platônico, impossível e então traiçoeiro...

“Implacável, ele enfrentará a tudo sem temor.
Carregado pelo ódio, mas vivo pelo amor
A Morte guiará eternamente em sua lâmina
Impedindo seus anseios e difundindo sua sina.”


Dois homens idênticos são vencidos pelo egoísmo e pela fúria. Como alguém que não aceita o que vê em um espelho, eles lutam até apenas um permanecer de pé...

“E tudo estará consumido pela disforia:
a honra estará perdida, extinta a glória
Quando o caminho trevoso for trilhado
toda a Criação seguirá este triste legado.”


Tudo é sangue... O espelho parece se formar novamente e o nórdico consegue ver a si mesmo mais uma vez... Ele está confuso, perdido. Não sabe distinguir o que sente. O reflexo carrega um sorriso sádico e cínico no rosto. Os dois olhos abertos encaram o homem de um olho só...
- No fim, você cumpriu o seu propósito, não acha irmão? Você carregou a morte em seus braços, em sua lâmina.
- Foi você que começou a luta Finn. Não tente se poupar! Você me mataria se tivesse força para isso!
- Sim... Mas não tive. O favorito do Ráðsvin manteve as suas expectativas... Você retirou tudo de mim, Hällbjorn, e eu fiz o mesmo com você. Sua sina é justa! Agora, cabe a você apenas o campo de batalha. A única coisa que possui é aquele último momento em que travamos o combate decisivo! Nenhum outro sentimento real, nenhuma glória, nenhuma honra. Apenas sangue!


Hällbjorn abre os olhos num instante. Ele não estava chocado. Os deuses enviavam-no sonhos aterradores todas as noites. Há quanto tempo essa era a sua realidade? Mal lembrava...
Vagando por terras que não eram suas, nesse mundo que não lhe pertencia, cercado de estranhos e de guerras alheias ao que lhe era destinado. Ou assim parecia. Mas ele não iria parar de lutar. Claro que não!
O campo de batalha era o seu único lugar, sua única paz, seu único prazer. O campo de batalha é a sua casa e a sua vida.
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